DESENVOLVIMENTO DE PLANTULAS DE MILHO COM O USO DE BIOESTIMULANTES E PROMOTORES DE CRESCIMENTO
Palavras-chave:
Zea mays; Bioinsumos; Crescimento VegetalResumo
O milho (Zea mays L.) é uma das principais culturas agrícolas do Brasil, cuja produtividade está fortemente associada à eficiência do sistema radicular. Nesse contexto, o uso de bioestimulantes e promotores de crescimento tem se destacado como uma alternativa sustentável para potencializar o desenvolvimento vegetal. O presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes bioestimulantes sobre o desenvolvimento radicular do milho comum e híbrido, em condições controladas. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC), sendo quatro produtos comerciais e uma testemunha e dois tipos de milho, comum e híbrido, totalizando 10 tratamentos. Posteriormente, foram avaliadas variáveis morfológicas como velocidade de emergência, diâmetro de caule, comprimento de raiz, massa fresca e massa seca. Os resultados indicaram que o tratamento contendo microrganismos promotores de crescimento aplicado em milho híbrido apresentou os maiores valores de comprimento radicular e de massa fresca e seca, evidenciando sinergia entre o potencial genético e os bioinsumos utilizados. Em contrapartida, os parâmetros da parte aérea não diferiram estatisticamente entre os tratamentos, sugerindo que os efeitos dos bioestimulantes se manifestam inicialmente no sistema radicular. Conclui-se que a aplicação de bioestimulantes, em especial aqueles à base de microrganismos e extratos de algas, contribui significativamente para o vigor inicial e o desenvolvimento radicular do milho, podendo representar uma estratégia eficiente e sustentável para o incremento da produtividade.